quinta-feira, 20 de julho de 2017

Cláudio Andrade visita o PU de Guarus e oferece parceria




Cumprindo com uma das minhas obrigações enquanto vereador, a de fiscalizar as ações do Poder Executivo, estive na noite de hoje, no PU de Guarus, que realiza diariamente cerca de 700 atendimentos à população.

Com uma estrutura razoável, diversos tipos de atendimentos são ofertados. Mais de 80% do quadro de funcionários é composto por concursados e pude constatar que apesar de estar cheio, todos estavam recebendo o atendimento necessário. 

A minha visita não foi comunicada. Fui muito bem recebido pelos funcionários e pelo encarregado, o Cristiano. Uma realidade hoje na unidade é a quantidade limitada de materiais de limpeza e sacos de lixo. Muitas salas também precisam de reforma.

A umidade tomou conta e as paredes foram tomadas por mofo e bolor. Vou través do gabinete e junto da minha equipe, buscar algumas alternativas para tentar ajudar a equipe do PU de Guarus.

Fotos: Carlos Grevi

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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Cláudio Andrade cobra da Autopista informações sobre valores recebidos em pedágios



O advogado e vereador Cláudio Andrade vai requerer à Autopista Fluminense, mediante pedido de Acesso à Informação, nas próximas horas que seja fornecido todos os valores recebidos pela empresa concessionária, do mês de Janeiro de 2017 até a presente data, no trecho compreendido entre o município de Niterói e a divisa do Espírito Santo. 

Será pedido ainda que sejam informadas todas as obras realizadas neste período, sendo disponibilizada toda a documentação referente às mesmas.

Solicitará, ainda, que sejam esclarecidos os motivos que levaram as obras da BR 101 ocorrerem fora da normalidade e as medidas adotadas para que as mesmas sejam regularizadas.

Caso Caixa: Rosinha entra com ação para tentar calar Cláudio Andrade


Rosinha Garotinho (PR) ingressou com uma ação de dano moral contra o vereador Cláudio Andrade (PSDC). 

A ex-prefeita de Campos pede a “retirada imediata” da matéria “Rosinha praticou estelionato político no caso Caixa” do blog mantido pelo vereador e de perfis das redes sociais. 

Rosinha é ré em uma ação popular movida por Andrade que questiona os termos do contrato firmado entre sua gestão e a Caixa Econômica Federal (CEF) em operação de antecipação de receitas de royalties do petróleo.

A ação tramita na 5ª Vara Cível e será julgada pelo juiz Cláudio França. Segundo a ex-prefeita, o vereador “se vale de sua imunidade parlamentar” para praticar calúnia, injúria e difamação. 

Na demanda, Rosinha afirma que “a crítica ganhou repercussão viral, como é bem característico das redes sociais”, causando dano à sua reputação e sua à honra “imaculada ao longo de uma vida inteira”.

“Foi com espanto que tomei ciência, pelo jornal Terceira Via, da ação movida pela ex-prefeita, tentando me calar diante de um assunto tão importante para o município, em que ela mesma é ré em ação popular proposta por mim. Ao ler a petição, fiquei impressionado em saber que a única preocupação de Rosinha é que a minha imagem seja arranhada por estar defendendo o município e tentando sanar a sangria deixada por ela em um contrato no mínimo suspeito junto à Caixa Econômica Federal”, diz Andrade.

O vereador ainda não foi citado e tomou conhecimento da ação pela imprensa. Ele afirma que apresentará sua defesa dentro do prazo legal.

Terceira Via
Título alterado pelo blog

Ação popular contra a Caixa deverá ter parecer do MP nas próximas horas.


A Ação Popular proposta pelo vereador Cláudio Andrade, líder do PSDC e presidente da CCJ, que se encontra tramitando da Segunda Vara Federal de Campos dos Goytacazes deverá ter movimentação ainda nesta semana.

Na ação, o advogado, que é relator da ‘CPI das Rosas’, solicitou à justiça federal dois pedidos de liminar, sendo um deles visando suspender os pagamentos do município de Campos à Caixa Econômica Federal na chamada “venda do futuro” e o segundo, alternativo, que a Caixa se abstenha de cobrar os valores mensais referentes ao contrato de Cessão de Créditos referentes a Royalties e Participações Especiais pela Exploração de Petróleo e Gás natural de nº 0180.01.5543.82.

Segundo Andrade e os advogados que o auxiliam na demanda, as liminares deverão ser analisadas após parecer do Ministério Público Federal.

Para lembrar, são réus na Ação Popular a ex-prefeita de Campos Rosinha Garotinho, a CEF dentre outros, que terão vinte dias para contestar a partir da citação, mas isso não impede que as liminares sejam apreciadas ao longo das próximas horas.

terça-feira, 18 de julho de 2017

Carta aberta ao Prefeito Rafael Diniz



Caro Prefeito, quem escreve a você nesse momento é o seu amigo “Claudinho”, o mesmo que conviveu com seu pai, foi aluno dele, aprendeu muito de Direito Constitucional e de Ética. E que teve, por ironia do destino, a oportunidade de contribuir com a sua formação acadêmica, sendo seu professor na Candido Mendes.

Quis o destino que, agora, fora dos bancos universitários estivéssemos em missões importantes em nossas vidas com reflexo direto na sociedade campista.

Na qualidade de vereador venho prestar a minha solidariedade a você que, como prefeito de Campos dos Goytacazes, possui uma missão enorme que é tentar resgatar o município das suas deficiências estruturais, que aliadas ao caos financeiro e a corrupção, vem deixando a vida de milhares de pessoas, principalmente as menos abastadas, em estado comatoso.

Após seis meses de sua gestão, como parlamentar, pude constatar com os próprios olhos que o legado destrutivo deixado foi proposital, maldoso e com o intuito nítido de impedir que a cidade cresça. Note, caro prefeito, eles não estão preocupados com a sua pessoa em si, mas querem o município destruído. Isso sim, poderá manter viva a semente do mal.

Por outro lado, estamos nos cargos que escolhemos estar e é neles que precisamos agir, nos posicionar e lutar para que o que hoje parece uma terra arrasada possa, um dia, voltar a florescer.

Não tenho o antídoto para isso e vejo que você tem buscado essa fórmula e ainda não conseguiu. Não há culpa a ser discutida aqui e sim um quadro administrativo que vai precisar de muita habilidade para voltar aos trilhos.

Entendo que o trabalho nunca precisou tanto ser coletivo. Não há mais tempo para errarmos e precisamos sim, fazer uma conexão quase que espiritual com aqueles que depositaram em você uma esperança, um frescor novo, uma fragrância de probidade.

Há ao seu lado pessoas que podem fazer a diferença. Homens e mulheres que sob o seu comando poderão deixar grandes legados para administração pública de Campos.

O que falta então para que o governo da mudança dispare rumo ao reconhecimento pleno da população de um dos maiores municípios do país?

Falta apenas o povo sentir esse gosto e, para que isso ocorra, vamos dar a eles o que a oposição, quando esteve à frente da prefeitura, nunca deu: esperança aliada a um misto de ações interligadas que cause desespero até naqueles que fingem estar ao nosso lado e apenas querem roubar o seu brilho e se valer dos estatutos efêmeros do cargo.

Eles não querem que os corredores do HFM e HGG estejam vazios, com todos nos quartos. 

Também não desejam que haja muitos remédios nas farmácias ou nas UBS. Odeiam quando uma parceria com o setor privado é fechada. Odeiam e visam bloquear qualquer sinal de esperança que possa estar sendo trabalhado agora na sua sala, dentro do CESEC.

Não respondo por nenhum companheiro meu de bancada, até porque eles são pessoas íntegras que sabem muito bem se portarem diante das dificuldades.

Contudo, além de sermos homens públicos somos amigos e isso me concede o direito de me portar ao seu lado para ajudá-lo sem subserviência e sem ter a língua tolhida pelo fato de fazer parte da sua base de apoio.

Pense que há pessoas e pessoas. Sinta os sinais que lhes são designados para que sempre haja discernimento em suas decisões mesmo que alguns ‘colaboradores’ achem que o caminho a ser seguido por você tenha que ser outro.

Você, caro amigo, é o Prefeito de Campos, o comandante do navio e, em que pese possuir na equipe, profissionais competentes, sairão de sua mãos, as rotas que muitos deverão seguir.

Acredite nos seus instintos, na sua áurea, na sua fome de vencer, pois nesse mar caudaloso, algumas boias vão parecer, para você, ponto de socorro, mas na verdade são valas profundas, ávidas a te tragar.


Avante em que pese à chuva torrente.

Cláudio Andrade.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

“CPI das Rosas” vai convocar ex-secretários de Rosinha para depor


A “CPI das Rosas” realizou a sua terceira reunião na manhã desta segunda-feira, quando foi deliberada a convocação de um requerimento solicitando a presença do Secretário de Controle e Gestão Felipe Quintanilha em hora a ser fixada.

O intuito da convocação é para esclarecer aos integrantes da CPI, os pagamentos efetuados a EMEC e sobre a auditoria dos contratos relacionados à empresa pela atuação gestão.

Um dos temas abordados hoje na reunião da CPI foi à descoberta de que várias empresas pegaram o edital e apenas a EMEC participou do certame. O que causa estranheza é que dentro da normalidade e da praxe licitatória, pelo menos duas ou três empresas participam.

Outro ponto que foi abordado foi o fato de que os termos aditivos da EMEC, a maioria teve reflexo financeiro, ou seja, prorrogações de contrato com acréscimo de valores.

Além disso, a comissão entendeu que alguns ex-secretários municipais precisarão serem ouvidos e a listagem de nomes esta sendo fechada para que a notificação dos mesmos seja feita o mais rápido possível.

A CPI designou diligências que serão realizadas pelo vereador Marcelo Perfil.

domingo, 16 de julho de 2017

Notícia garimpada ou comprada?



O famoso escritor e ensaísta italiano Umberto Eco (1932-2016) escreveu um romance denominado “Número zero”.

Nele, Eco descreve a redação imaginária de um jornal, criado para desinformar, difamar adversários, chantagear, manipular, elaborar dossiês e documentação secreta. “Para mim, é um manual da comunicação de nossos dias”, sustenta Roberto Saviano, renomado jornalista antimáfia da Itália, que vive sob escolta pelas ameaças de morte que recebe das organizações criminosas.

Em uma conversa entre Eco e Saviano, publicada pela revista L’Espresso, o semiólogo afirma que não quis escrever um “tratado de jornalismo”, mas contar uma história sobre os limites da informação, sobre como funciona uma máquina de denegrir e não tanto sobre o trabalho de informar.

“Escolhi o pior caso. Quis dar uma imagem grotesca do mundo, ainda que o mecanismo da máquina para sujar, lançar insinuações, já fosse usado durante a Inquisição”, comentou Eco.

Caro leitor, partindo da premissa de Eco, nunca a mídia foi tão importante para que a sociedade possa entender os motivos pelos quais estamos imersos em um dos mais críticos momentos da história brasileira.

Centenas de meios de comunicação estão tratando a situação em que o Brasil passa, de forma responsável, respeitando o contraditório e a ampla defesa.

Ofertam aos entrevistados, acusados, réus e autores o devido espaço para que o consumidor de notícias tenha a certeza que está lendo um espaço de mídia e não um mercadinho que vende de tudo, inclusive as matérias e seus jornalistas.

O lado ruim do jornalismo é baixo. Despreocupados com a informação e com os reflexos que uma notícia tendenciosa, ou mal aprofundada, pode causar, a mídia/dinheiro solta o que interessa aos seus cofres, doa a quem doer.

Elas são compostas por uma estrutura que vende capa e conteúdo de acordo com a verba que lhe é ofertada. São viciadas no poder e capazes de transformar sol em lua, dependendo do interesse.

Outro ponto que precisa ser lembrado, acerca da mídia que aluga canetas, é que há a possibilidade de se ignorar ações e fatos positivos pela simples vaidade de não conseguir, dos realizadores das ações, o ato de se dobrarem e se renderem a um grupo determinado de comunicação.

Não restam dúvidas de que há muito o que avançar e que a mídia e todos os seus tentáculos operacionais serão ainda mais eficazes e que muita sujeira será descoberta através do valoroso trabalho desses jornalistas brasileiros.

Contudo, as pessoas precisam ser ouvidas quando citadas e os fatos relevantes publicados após minuciosa apuração. Vender matéria e oferecer jornalista para o que pode ser errado se transformar em algo correto, não é coisa do BEM. Trata-se do mal encarnado nas entrelinhas de um periódico.

Cláudio Andrade