quinta-feira, 17 de agosto de 2017

CPI das Rosas convoca diretor de licitações da gestão Rosinha para depor


A CPI das Rosas realizou na manhã desta quinta-feira,(17), importante reunião onde foi definida a convocação do diretor do setor de licitações da PMCG na época da gestão da Prefeita Rosinha Garotinho e o pregoeiro, para explicar para os vereadores como foi realizado o contrato com a empresa EMEC.

As informações serão de extrema relevância já que a relatoria precisa ter certeza de que o certame licitatório vencido pela EMEC transcorreu dentro dos trâmites legais e sem qualquer ingerência capaz de macular a prestação de serviços.

Algumas diligências sigilosas também foram determinadas e divididas entre os integrantes da CPI para que o andamento dos trabalhos seja o mais célere possível.

A comissão também define nos próximos dias quais serão os profissionais técnicos que irão dar suporte às análises contábeis referentes aos contratos que serão feitos, de forma minuciosa, nos materiais entregues pelo secretário municipal Filipe Quintanilha, à Comissão.

Participaram da reunião, além do relator da CPI, o vereador Cláudio Andrade (PSDC), o presidente Fred Machado (PPS) e os membros Marcelo Perfil (PHS) e Silvinho Martins (PRP).

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

TRE: Cláudio Andrade 6 x 0 Garotinho



O ex-governador do Estado do Rio de Janeiro Anthony Garotinho teve seu recurso no TRE/RJ interposto contra o vereador Cláudio Andrade negado.

O ex-secretário de governo de Rosinha, inconformado com a eleição de Cláudio Andrade apresentou em novembro de 2016 uma notícia-crime à nonagésima oitava zona eleitoral da Comarca de Campos dos Goytacazes, a fim de que fosse investigada reunião, supostamente ocorrida com o fim de angariar votos para o candidato Rafael Diniz e Cláudio Andrade.

O Ministério Público fez diligências na época e verificou que o acesso ao auditório do Beda é restrito ao público em geral.

Primeiro pelo fato de a porta dos fundos só ser possível a entrada após acionamento da campainha, identificação e conseqüente liberação por acionamento interno da porta.

Segundo pela necessidade de agendamento prévio dos eventos, a ser realizado pela secretaria do setor de RH.

O Ministério Público ainda observou outras questões que descaracterizaram de pronto as informações do presidente estadual do PR em sua peça.

Inconformado com a sua derrota em primeira instância, o apresentador da rádio Tupi interpôs recurso junto ao TRE/RJ que agora à noite, por seis votos a zero negou o recurso.

Sendo assim, o principal objetivo de Garotinho, que era forçar o Ministério Público a denunciar Cláudio Andrade não foi aceito pelos desembargadores. 

domingo, 13 de agosto de 2017

Saindo da Base



O Brasil sempre sofreu com os políticos assistencialistas que moldaram parte considerável da população para serem dependentes de milhares de ações paliativas, que iam da dentadura à cesta básica.

Esse mecanismo criou políticos imbatíveis e muitos deles só perderam seus respectivos poderes quando morreram caso clássico de Antônio Carlos Magalhães na Bahia.

Nos dias atuais, mesmo ainda existindo o coronelismo em muitas áreas desse país, as coisas começam a mudar e isso está obrigando o político a deixar seu berço esplêndido e ir para as ruas se expor e ouvir os anseios populares.

Nos primórdios os políticos retiam inclusive os problemas e as crises. Era praticamente impossível que situações de desgaste, de ordem administrativa ou de gestão chegassem à imprensa sem passar pelo crivo dos poderosos.

Hoje, com o advento das redes sociais essa proteção acabou. Verídicas ou não, as redes estão lotadas de ações e fatos que exigem do político um enfrentamento rápido com respostas imediatas, como aprecia o internauta.

O detentor de mandato que insistir em trabalhar dentro apenas de sua ‘suposta’ base poderá ter inúmeros prejuízos em seu capital eleitoral. A população quer ações e além delas, deseja que haja interação pessoal, corpo a corpo com aquele que ela elegeu.

Na atual conjuntura possuímos políticos novos com posicionamentos antiquados e políticos mais velhos com ações inovadoras e isso trará muitas surpresas nas próximas eleições.

O voto não será mais conquistado na base do ‘toma lá da cá’. Ainda ocorrerá o assistencialismo, contudo o eleitor já está terminando o ‘mestrado em conhecimento sobre políticos interesseiros’.

O eleitorado vai usar quem sempre os usou e isso é fato!

A mudança de postura do eleitorado deve ser entendida como um grito para que sejamos diferentes. O contribuinte quer um modelo de gestão novo, mas que agregue o eleito a um Sistema inovador onde as ideias fluam com mais precisão e as ações dos parlamentares e dos chefes de executivo sejam responsáveis, eficazes e livres de amarras.

Atualmente as bases tradicionais estão combalidas e dentro delas há sempre mais de um vereador ou deputado e isso é estimulante. O eleitor local, acostumado a um ‘canto’ repetitivo e eterno de uma só nota passa, aos poucos, a ter contato com outras visões de gestão e de atuação. Isso, de forma direta, qualifica aqueles que vão às urnas, de dois em dois anos.

O município de Campos, por exemplo, possui uma dimensão territorial enorme e as peculiaridades de um distrito são diferentes do outro. Há locais na planície goitacá separados por mais de 80 quilômetros.

Sendo assim, sair da base e andar pelo município é a única forma de sanar alguns desgastes próprios da função pública exercida.

Nesse caso, sair da base é o grande lance para um entendimento maior, por parte do político, dos anseios e demandas do eleitorado.

Vamos sair da Base?

Cláudio Andrade

Comissão da Câmara aprova piso de R$ 2,8 mil para garçons. Tem tudo para dar errado



Por Ricardo Amorim

É bem fácil encontrar ideias esdrúxulas de regulação no Congresso. Uma das pérolas recentes é a ideia de se criar um piso para garçons, de R$ 2.811, com acréscimo de 30% sobre as horas extras. O projeto também cria um registro profissional para a categoria, em uma expressão clara do apreço à burocracia dentro do Congresso.

Esse é o tipo de ideia que tem tudo para dar errado, criando uma fila do lado errado do balcão, o do desemprego. Sempre que um regulador estabelece um preço de forma aleatória e desconectada da realidade, ele vai criar algum efeito sobre a dinâmica de oferta e demanda. Segundo dados do Sine, o sistema de empregos do Ministério do Trabalho, os salários dessa categoria variam de R$ 974 a R$ 2.054, dependendo da experiência e do porte da empresa. Certamente a ideia que tramita no Congresso faria muitos restaurantes passarem para sistema de self service.

A ideia do piso para garçons diz muito sobre como funciona a regulação no Brasil. A ideia foi aprovada na Comissão de Trabalho da Câmara, onde o lobby sindical encontrou um terreno para atuar. Projeto semelhante já havia sido aprovado em 2015 e vetado pela ex-presidente Dilma Rousseff com o argumento de que era inconstitucional por restringir o exercício da profissão. Dois anos depois, a proposta, que ainda precisa ser avaliada por outra comissão, continua tendo apoiadores no Congresso.

Não são poucas as propostas no Congresso que mexem com o livre exercício da profissão e outras atividades econômicas. Um exemplo dos mais curiosos é o projeto para regulamentar o lançamento de modelos de carros pelas montadoras. Um texto que tramita há anos quer que as empresas sejam proibidas de lançar um novo modelo antes do fim do ano no qual a versão anterior foi produzida. A ideia é “proteger” o consumidor da desvalorização que seria provocada pela mudança do modelo. Essa proposta, é bom frisar, foi aprovada na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara, o que significa que tem apoio de vários parlamentares.

A regulação de profissões é uma das áreas mais ativas da regulação inútil. Em 2015, a ex-presidente Dilma teve de vetar um projeto aprovado pelo Congresso que regulamentava a profissão de DJ. De novo, a ideia foi reapresentada e aprovada na Comissão de Trabalho em 2016. O Brasil já tem 68 profissões regulamentadas e poucas delas têm razão concreta para isso. Por que um enólogo tem de ter sua atividade descrita em lei? Ou o economista doméstico, o estatístico, geógrafo e assim por diante?

Há duas razões para regulações desse tipo. Uma é a reserva de mercado, controlado por um cartório de entidade de classe. Isso cria um custo para o profissional que receberia em troca algum tipo de proteção contra “aventureiros” que queiram exercer a profissão sem o que o legislador entende ser a formação certa. Imagino o risco de DJs incapacitados tocando em raves pelo país.

A outra razão é a inscrição em lei da remuneração ou outro benefício qualquer. Nesse caso, os projetos de lei servem para contornar o funcionamento do mercado de trabalho e das negociações entre patrões e empregados. Nada impede que os garçons de uma localidade qualquer negociem um piso, desde que as duas partes concordem. O legislador, nesses casos, tende a criar uma distorção que pode ter efeitos negativos.

Esse argumento não é um endosso para o pagamento de salários baixos, mas a defesa de que eles sejam resolvidos pelo mercado. Ao longo do tempo, os salários sobem quando a produtividade sobe. E no Brasil ela está parada há mais de 20 anos. A aceleração da renda que vimos na década que antecedeu a crise atual foi resultado de uma combinação de melhores termos de troca (o Brasil estava exportando mais, com preços melhores), alguma melhora educacional (jovens mais bem preparados que a geração anterior) e gargalos pontuais no mercado de trabalho provocados por incentivos públicos (a construção civil é o grande exemplo).

A ideia de planejamento central da atividade econômica ainda está arraigada nos regulotecas e economistas brasileiros. Eles deveriam entender que a maioria dos problemas não precisam de uma solução pontual, mas sim da criação de condições para que se resolvam por conta. O aumento da produtividade não é milagre, é resultado de um ambiente que estimula a inovação, a tomada de risco e a concorrência.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Cláudio Andrade mostra o caos no Parque Cidade Luz



Indicação de Combate à Corrupção de Cláudio Andrade aprovada na Câmara


Foi aprovado hoje, na Câmara, o anteprojeto, número 2228/2017, de autoria do vereador Cláudio Andrade que dispõe sobre a criação do Conselho Municipal de Combate à Corrupção e à Impunidade dos Agentes Públicos. 

Para o vereador o anteprojeto é importante pois, "diante do histórico conturbado que o município de Campos vive nos últimos 20 anos e, diante dos prejuízos incalculáveis que esse histórico ocasionou, a indicação legislativa visa criar conselho de combate à corrupção para que o mesmo seja órgão auxiliar à Justiça". O anteprojeto segue agora para apreciação do prefeito Rafael Diniz.

Postado pela assessoria!

Fotos: Carlos Grevi

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#claudioandradenacamara #mandatodopovo
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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Redução de gratificação retirada de pauta na Câmara


A mensagem do poder executivo que previa a redução de gratificação de médicos e de outras categorias da saúde foi retirado de pauta após reunião na Câmara entre o presidente da casa Marcão Gomes, o líder do governo Fred Machado e integrantes do sindicato.

Cláudio Andrade solicita manutenção 24h para UBS de Baixa Grande



O vereador Cláudio Andrade enviou ofício à Secretaria de Saúde solicitando a manutenção do atendimento 24h na Unidade Básica de Saúde de Baixa Grande. No ofício, o vereador anexou um documento que comprova a necessidade da manutenção dessa carga horária. A UBS atendeu, só no mês de junho, 5.990 pacientes

Ponto Biométrico chega à CCJ da Câmara de Campos



A Comissão Constitucional de Justiça e Redação Final da Câmara de Vereadores de Campos recebeu na última semana o processo 2137/2017, oriundo do gabinete do prefeito, que dispõe sobre a implantação do sistema de ponto biométrico para registro de freqüência na administração pública municipal de Campos dos Goytacazes.

O processo visa à implantação do sistema em toda a administração direta e indireta, para registro de freqüência de todos os seus servidores podendo haver a divulgação da carga horária.

O processo ainda será distribuído para o relator para que os procedimentos internos sejam iniciados o mais breve possível.

domingo, 6 de agosto de 2017

O drama dos insumos na Saúde de Campos


No início do ano, mais precisamente no dia seis de janeiro, o prefeito Rafael Diniz decretou situação de emergência na Saúde de Campos pelo prazo de 180 dias. Com isso, ficou autorizada a adoção de todas as medidas administrativas necessárias à contenção da calamidade na Saúde, em especial a aquisição pública de medicamentos, insumos e materiais e a contratação de serviços estritamente necessários ao atendimento da situação emergencial, de acordo com a Lei 8.666.

Segundo matéria do site da prefeitura e assinada pela jornalista Liliane Barreto, a Secretaria de Saúde alardeou que os funcionários não possuíam a mínima estrutura para trabalhar. Faltavam medicamentos, materiais e insumos. Na matéria, a jornalista relata que a situação era grave, pois em muitas unidades não havia água ou sabonete para eles lavarem as próprias mãos.

De acordo com o decreto, a força tarefa revisaria e renegociaria contratos firmados, escalas dos servidores, podendo inclusive designar servidores para postos de atendimento emergencial, sem prejuízos de outras medidas, a fim de assegurar a eficiência na adoção de medidas administrativas visando restabelecer a plena assistência à população.

A prefeitura também abriu a hipótese de solicitar apoio ao Governo do Estado do Rio de Janeiro, através da mobilização da Força Estadual de Saúde, bem como ao Governo Federal, para auxiliar no atendimento de Saúde durante o período de emergência.

Seis meses depois, pelo visto, pouca coisa mudou no que se refere aos insumos necessários para que atendimentos de pequena, média e alta complexidade sejam realizados.

Como vereador tenho recebido em meu gabinete e, pelos meus canais on line de atendimento, centenas de reclamações acerca da impossibilidade de se concretizar vários procedimentos na Saúde como uma cirurgia, por exemplo, pois o paciente mesmo tendo a indicação cirúrgica chancelada pelo médico, não pode ser operado, pois os materiais necessários para a realização do procedimento não existem.

A área de Saúde é sem dúvidas um dos maiores entraves de uma gestão. Na atual, que herdou ‘cacos e estilhaços’ da ex-governadora, não estamos conseguindo vislumbrar o levante necessário para que as coisas ditas se concretizem.

Entendo que a procuradoria do município precisa agir o quanto antes, montando uma força tarefa para analisar com rigor, os motivos pelos quais as compras realizadas pela administração, notadamente, as da Saúde, não estão fluindo como o esperado.

Não podemos deixar de lembrar que o problema atinge também, grande parte dos hospitais contratualizados.

Acredito que essa grave situação que me atormenta também seja a do Prefeito Rafael Diniz. Contudo, não basta estarmos preocupados, pois há milhares de pessoas aguardando resoluções rápidas e eficazes.

A hora pode ser de arrumar a casa, mas há pontos nefrálgicos que precisam de uma atenção rigorosa do setor de Saúde, sob pena que não conseguirmos atender aos mais necessitados, aqueles que se encontram lá na ponta final do Sistema.

Cláudio Andrade

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Cláudio Andrade envia ofício as empresas de ônibus solicitando itinerários





Na tentativa de minimizar os problemas relativos ao transporte público no município e diante de várias denúncias recebidas no gabinete, o vereador Cláudio Andrade enviou um ofício as empresas de ônibus solicitando o itinerário de cada uma delas. Entre as denúncias feitas pela população estão a falta de coletivos ou demora a passar nos pontos específicos, obrigando os munícipes a utilizarem outras formas de condução.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Mães denunciam falta de leite especial e insulina na Secretaria Municipal de Saúde


A via-crucis das mães com filhos diagnosticados com Alergia à Proteína do Leite da Vaca (APLV) em Campos parece não ter fim. Mais uma vez os leites especiais estão em falta na Secretaria Municipal de Saúde e, agora, até insulina teria deixado de ser distribuída aos portadores de diabetes tipo 1. Segundo as mães, os funcionários da Farmácia Municipal de Saúde já estariam “envergonhados” por terem de afirmar diariamente que não há previsão para o retorno da distribuição.

Segundo Greiciane Moares, mãe de duas meninas com APLV — uma com seis anos e outra com dois — já faz duas semanas que ela não recebe os leites especiais recomendados às filhas: o Neoforte e o Neocate Advance. Cada lata dessas fórmulas alimentares custam, em média, R$ 190, e as duas crianças precisam de, ao menos, seis dessas por mês. “Eu não tenho condições de arcar com esse custo, então minhas meninas dependem do fornecimento da prefeitura. Há 15 dias eu tenho contato com a ajuda de doadores, mas tenho consciência de que esse é um direito que deveria ser oferecido pelo poder público municipal”, disse a mãe.

Outra mãe, que preferiu não se identificar, também está aflita: o filho dela, de 15 anos, é diabético tipo 1 e precisa tomar insulina diariamente, mas também não está recebendo o medicamento da Secretaria de Saúde. “Fui à Farmácia Municipal nesta terça-feira (1º) e fui informada de que não há previsão para a chegada de insulina em Campos, mas, se meu filho ficar sem esse medicamento, todo o tratamento será afetado e as consequências podem ser graves. Eu estou desesperada”, declarou.

Por meio de nota, o setor de Nutrição da secretaria de Saúde informou que “as pessoas atendidas pelo Programa de Assistência Domiciliar (PAD) podem encontrar o Ensure na Farmácia da secretaria de Saúde, localizada à Rua Voluntários da Pátria, 875”. O setor ressalta ainda que “os fornecedores dos leites Neocate Advance e Neoforte informaram que estes seriam entregues ainda esta semana”.
O departamento de Farmácia explicou também que “a insulina Regular e NPH estão disponíveis através das Unidades Básicas de Saúde do município e pontuou também que um novo processo de licitação está em andamento para a aquisição da Insulina Glargina, conhecida também como Lantus”.
Recadastratamento
Em abril deste ano, a Secretaria Municipal de Saúde solicitou que todos os beneficiários do Programa de Alergia Alimentar fizessem um recadastramento a fim de atualizar o levantamento e “estabelecer inovações no que diz respeito às especificações das fórmulas para melhor atender às diretrizes do programa”.

No mês seguinte, em maio, as mães voltaram a reclamar da falta do leite especial e, na ocasião, a resposta foi a mesma: não há previsão para o retorno. No entanto, em junho, a Prefeitura de Campos passou a fornecer novamente a fórmula alimentar às crianças alérgicas.

Terceira Via 

Vereadores de Campos com grandes responsabilidades



PPA- O Plano Plurianual 2018-2021 estabelece um conjunto das políticas públicas do governo para um período de 4 anos.

LOA – A Lei Orçamentária Anual (LOA) é o orçamento anual propriamente dito. Todos as receitas e despesas governo para o próximo ano são previstos em detalhe na LOA.

Revisão do Código Tributário – A discussão da revisão do Código Tributário tem o apoio da Associação Comercial e Industrial de Campos (Acic) e da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) do município.

PreviCampos- A análise das contas do Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Campos (Previcampos) também será debatida no Legislativo. O objetivo é analisar a dívida de quase R$ 400 milhões que a prefeitura de Campos possui com a Previdência.

CPIs- As CPIs das Rosas (Emec) e da Lava Jato estão em pleno funcionamento e deverão apresentar resultados ainda neste semestre, já que ambas têm 180 dias para realizar as investigações necessárias para a produção do relatório final.

Jornal Terceira Via.

domingo, 30 de julho de 2017

Colaborar ou bajular Rafael Diniz?



“Eu segurei muitas coisas em minhas mãos, e eu perdi tudo; mas tudo que eu coloquei nas mãos de Deus eu ainda possuo”. Trata-se de uma frase do pastor Martin Luther King, que cabe bem ao meu coração nesse momento.

Não me chame para dizer que o vestido é vermelho só para agradar quem está vestido de amarelo.

Como vereador tenho observado que, na política, ou você omite o que vê e sente ou pode ser confundido com algum ser extraterrestre.

Nenhuma pessoa madura que escolhe ter um cargo público pode acreditar que, durante todo o mandato, irá surfar sozinha em uma onda maravilhosa rumo à areia e ser recebido por uma plateia sempre harmoniosa.

Não há vida fácil quando você se torna um homem público. Isso é importante termos ciência, pois, por muitas vezes, estaremos imersos em debates acalorados que mexem em vespeiros e com interesses inimagináveis, mas que precisam vir à tona para que mais na frente possamos ter o prazer da recompensa.

Nenhuma turbulência deve retirar do político reto a sua linha de conduta. Diante dos problemas do município e das mazelas administrativas, tentar ajudar a resolvê-las é uma obrigação.

Todavia, nem todos acham isso. Muitos preferem o anonimato. A arrumação, ao afago. A mentira e, lógico, o conforto de quatro paredes a ter que enfrentar as ruas.

Platão já dizia que não há nada de errado com aqueles que não gostam de política, simplesmente serão governados por aqueles que gostam.

Tenho observado que a crise estrutural administrativa que também engoliu nossa cidade está causando um estado de letargia que foge aos parâmetros normais.

Enquanto vereador, tenho a obrigação de fiscalizar e, por isso, que estamos visitando, semanalmente, setores da administração pública em nosso município, para entendermos melhor o que está ocorrendo.

Resolvi fazer isso sem apoio, pois entendo que cada agente público, seja do executivo ou do legislativo, precisa tomar as suas próprias linhas de atuação. Aquele que deseja ficar em silêncio deve ser respeitado da mesma forma que outros que preferem o confronto e a exposição de ideias e problemas. Inclusive nas redes sociais.

Nesse momento, que ora escrevo aos senhores, estou tomando uma decisão em optar pelo trabalho de vereador fiscalizador solo. Isso quer dizer, que terei a minha linha de ação individual, mesmo sendo parte da base do Prefeito Rafael Diniz.

Antes que muitos se antecipem e achem que se trata de um rompimento, digo que continuo apoiando o governo, mas não vou esperar as ações governamentais para agir.

Entendo que a situação deixada é caótica e que o Prefeito Rafael Diniz possui uma árdua missão. Por outro lado, isso não me obriga a ficar inerte e acompanhar o governo apenas quando as trombetas tocarem no Cesec.

A minha contribuição precisa ser mais eficaz e contundente. Não posso esperar os remédios chegarem ao HFM, HGG ou Hospital São José sem me manifestar.

Não é correto eu não cobrar os uniformes escolares que ainda não estão nas escolas públicas. Há temas que fogem ao ‘aguardar’ e a expressão ‘cobertor curto’ largamente usada por aqueles que se encontram cheios de vontade de ajudar, mas não sabem como.

Na qualidade de presidente da CCJ e relator da ‘CPI das Rosas’ continuarei exercendo as atividades com imparcialidade e respeito.

Por outro lado, a minha função típica, como vereador é fiscalizar o governo e isso eu não deixarei de fazer.

Nietzsche já dizia que as pessoas que se recusam a amadurecer o modo como enxergam o mundo ao seu redor e não deixam que cresçam as “asas da sabedoria”, que a vida dá ao longo dos anos, nunca conseguirão ver a imensidão e diversidade das coisas.

E essas mesmas pessoas são aquelas que não te compreenderão e te menosprezarão quando você conseguir “levantar voo”. Elas não fazem isso por inveja (não a maioria, pelo menos), mas simplesmente porque não conseguem ver para além do horizonte limitado que construíram.

Sendo assim, auxiliar e defender o Prefeito Rafael Diniz não é bajulá-lo e sim impulsioná-lo através de ações construtivas e de fiscalização árdua, mostrando os problemas, doa a quem doer.

Cláudio Andrade

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Cláudio Andrade com popularidade de 79.79% e citado para deputado nas sete zonas eleitorais


O instituto Pappel divulgou agora a noite mais uma rodada de aferição dentro do programa “Radiografia Política de Campos dos Goytacazes”, uma pesquisa feita com 910 pessoas distribuídas pelas sete zonas eleitorais de Campos dos Goytacazes.

Segundo o instituto o vereador Cláudio Andrade, líder do PSDC na Câmara, Presidente da CCJ e relator da 'CPI das Rosas' aparece com 79.79% de aprovação popular.

Na Zona 75 ele aparece com 76.35%, Zona 76 com 75.72%, Zona 98 com 94.36%, na 99 com 71.53%, na 100 com 74.47%, na 129 com 81.96% e na 249 com 80.53%.

Para Cláudio Andrade a manutenção do alto índice de popularidade, mesmo diante do caos político nacional, se deve ao fato da continuidade do seu trabalho junto à população, mesmo após ter sido eleito. Ele cita as visitas semanais, os 'gabinetes itinerantes' e os de 'ação', o Programa 'Cláudio Andrade' na Terceira Via TV, as visitas de vistoria nos hospitais públicos e UBSs, como exemplos de reconhecimento popular.

Além disso, Andrade destaca que até este mês de julho, foram encaminhados 280 ofícios de requerimento e pedidos de informação aos setores públicos e 601 atendimentos feitos à população, pessoalmente, no gabinete.

Cláudio Andrade destaca ainda a entrada em vigor das leis de sua autoria de números 8.750 e 8.760. A primeira garante ao consumidor o direito de visitar cozinhas e similares no Município de Campos dos Goytacazes e a segunda confere direito aos diabéticos e aos portadores de doença celíaca a terem o desjejum garantidos em hotéis e similares

O vereador também é autor da indicação legislativa que propõe ao poder executivo a criação do Conselho Municipal de Combate a Corrupção e à impunidade dos agentes públicos em Campos dos Goytacazes.

Dado relevante na pesquisa é que 65% dos entrevistados não votariam em nenhum dos quatro deputados que hoje exercem mandato na ALERJ.

Na pesquisa espontânea para deputado estadual o vereador Cláudio Andrade é citado em todas as sete zonas eleitorais de Campos, estando em algumas zonas, na frente de parlamentares com mandato e já testados.

Por fim, Cláudio disse que continuará trabalhando firme tentando implantar uma nova visão de se fazer política. Nela, o mandato é participativo e as pessoas aprendem a ser independentes, qualificando assim o seu voto através do conhecimento que liberta e faz o cidadão crescer.

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Cláudio Andrade protocola Indicação Legislativa de combate a corrupção em Campos



Acabo de protocolar, na Câmara de Vereadores, Indicação Legislativa que dispõem sobre a criação do Conselho Municipal de Combate à Corrupção e à Imunidade Parlamentar dos agentes públicos no âmbito do município de Campos dos Goytacazes.

O país passa por uma faxina nunca antes experimentada. O ‘Mensalão’ e a ‘Operação Lava Jato’, dentre outras, trouxeram à tona a necessidade de uma fiscalização social forte e contundente.

O município de Campos dos Goytacazes é de suma importância no cenário nacional em virtude dos Royalties do Petróleo, por seu imenso território e também por já ter sido cenário de duas grandes operações da Polícia Federal: a ‘Telhado de Vidro’ e a ‘Chequinho’.

Após o retorno das sessões, em dois de agosto, e mediante parecer da Procuradoria da Câmara, a Indicação Legislativa irá a plenário.

Fico muito feliz em poder, através do meu mandato, está, de forma pioneira, na história de nossa cidade, indicando ao Prefeito Rafael Diniz texto de tamanho porte e envergadura e que poderá conferir respeitabilidade e confiabilidade aos bons agentes públicos municipais.

HFM: iniciadas as obras para instalação do novo elevador


Foram iniciadas nesta segunda-feira (24), as obras para a instalação do novo elevador no Hospital Ferreira Machado (HFM). Segundo o diretor da unidade, Dr. Pedro Ernesto Simão, o equipamento foi comprado há mais de cinco anos e nunca foi instalado. As negociações entre a Prefeitura de Campos e a empresa responsável pela instalação do equipamento começaram no início deste ano.

— Esta é mais uma das conquistas da gestão do prefeito Rafael Diniz após muito trabalho e negociações. Primeiramente, os técnicos estão fazendo as obras estruturais para que na próxima semana a empresa possa instalar o maquinário e iniciar as análises para o seu funcionamento. São anos de luta dos servidores, pacientes e seus familiares que têm que usar somente um elevador. O Ferreira Machado tem uma demanda muito grande – explicou.

Ainda segundo Dr. Pedro, a equipe técnica responsável pela instalação do elevador pediu um prazo de dois meses para colocar o equipamento em funcionamento, já que antes, vários testes precisam ser realizados.

— Após a instalação do novo equipamento, vamos iniciar uma reforma no elevador que está sendo usado atualmente e que precisa de reparos — concluiu.

Por: Daniela Nascimento - 
Foto: Rogério Azevedo - 
25/07/2017 16:05:12

Quando a má interpretação de texto mata o autor e engana o leitor


Passei dois dias lendo os comentários sobre o meu artigo, “Filas na Saúde ou caô de funcionário? ” e percebi a necessidade ENORME de enfatizarmos nos bancos escolares uma reciclagem urgente acerca da importância da interpretação de texto.

Muitos, realmente não foram poucos, deixaram de lado a educação e foram direto para agressão. Palavras rudes, depreciativas e desmoralizantes contra a minha pessoa mostraram que estamos muito longe de termos um debate franco quando o tema envolve INTERESSES PESSOAIS de muitos trabalhadores, que nas três esferas (Federal, Estadual e Municipal) não representam a maioria que trabalha.

O Sistema público de Saúde, nas três esferas é formado por dois pilares: O primeiro engloba a estrutura física. Essa caótica onde tudo falta e faz com que os BONS funcionários tenham que ajudar a fazer a máquina andar.

Porém, o outro pilar é formado pelos funcionários públicos concursados e pelos cargos de confiança. Dentro dessa massa há bons e maus servidores e, devido à parte ruim (a ala da preguiça ou do caô) desse contingente, a maioria que TRABALHA é queimada pelos pacientes, quando estão nos hospitais públicos brasileiros tentando ser atendidos.

Caros leitores há sim, funcionários que não gostam DO serviço e DE SERVIÇO, estão ali, de forma protocolar, cumprindo horário, quando fazem isso, pois muitos nem isso respeitam. Vão para casa ou às vezes aguardam em casa, de forma desmoralizante um chamado para ir ao trabalho. Isso ocorre no país inteiro.

O que me espantou na reação furiosa de alguns, poucos, diga-se de passagem, é a dificuldade de INTERPRETAÇÃO DE TEXTO. Só isso explica a virulência descabida de pessoas que ao invés de pegarem carona na matéria e se intitulares os BONS, tomaram uma INFINITA HIGHWAY e tentaram mudar o foco do debate.

A pauta é realmente tensa, principalmente quando estamos dentro da verdade absoluta. Há muita gente que joga contra a administração pública brasileira, notadamente, a Saúde Pública.

Após o artigo, esses que NÃO gostam de servir pularam quando um vereador, QUE NÃO TEM UM CENTÍMETRO DE MEDO DE NÃO SER REELEITO, espremeu a ferida, olha que eu pensei que tivesse apertado, e trouxe para as redes sociais o debate.

Na verdade, para auxiliar os que possuem nítida dificuldade em INTERPRETAR TEXTO, queria deixar claro que qualquer texto com mais de doze linhas deve ser lido.

Da décima terceira linha em diante pode haver surpresas e soluções. No caso do meu artigo “Filas na Saúde ou caô de funcionário? ” quem não terminou, perdeu de ser incorporado no grupo dos BONS funcionários e os que leram até o final e ainda continuam se declarando AGREDIDOS, sugiro aulas urgentes de interpretação de texto, afinal só uma deficiência pela falta de leitura (outro problema nacional) pode explicar uma ebulição dessas só porque detesto quem NÃO TRABALHA.

terça-feira, 25 de julho de 2017

Médicos do SUS processarão estado se não houver condições de trabalho



O Conselho Federal de Medicina anunciou nesta quarta (19) que vai entrar na Justiça toda vez que não houver condição básica de atendimento nos hospitais e postos de saúde públicos. O conselho entregou ao Ministro da Saúde, Ricardo Barros, um levantamento feito em cerca de três mil unidades básicas de saúde, entre 2015 e junho deste ano. A pesquisa mostrou problemas em mais da metade das unidades.

Na semana passada, Ricardo Barros disse que o governo deveria parar de fingir que paga os médicos e os médicos deveriam parar de fingir que trabalham. Depois do encontro desta quarta com o Conselho Federal de Medicina, o ministro disse que a frase foi mal interpretada, defendeu o controle da presença dos médicos nos locais de trabalho, e reconheceu que existem problemas de estrutura e de gestão na saúde.

G1.

Médicos do SUS processarão estado se não houver condições de trabalho

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NUNCA haverá dois ’Cláudios’



Quando eu ainda não tinha vencido a eleição para vereador disse diversas vezes que o homem deveria ser no público o que ele representa no privado.

Os atos praticados e as linhas de conduta devem ser as mesmas sob pena de sermos taxados de hipócritas e mentirosos.

Venci a eleição e trouxe para o meu gabinete e para meu grupo de apoio a mesma linha de raciocínio: criamos uma nova forma de fazer política e um dos pontos a serem praticados é a de ser reto, direto, honesto e desprovido do receio de discutir qualquer assunto que seja, mesmo que isso me cause perda de apoiadores, de eleitores ou de lideranças.

NUNCA haverá dois ‘Cláudios’: um que elogia o governo e o detona por trás ou vice versa;

NUNCA haverá dois ‘Cláudios’: um que usa o mandato para se promover e por trás detesta os menos abastados ou foge dos assuntos de relevância dentro do contexto, municipal, estadual e federal;

NUNCA haverá dois ‘Cláudios’: um que prega uma posição partidária e por trás trabalha para construir outra, completamente diversa;

NUNCA haverá dois ‘Cláudios’: um que atende há mais de 700 pessoas até agora nos dias públicos no gabinete e outro que discursa de forma oportunista nas mais de cento e vinte reuniões de prestação de contas já realizadas por mim, pelo município;

NUNCA haverá dois ‘Cláudios’: um que promete emprego e por trás joga o currículo do cidadão desesperado no lixo;

NUNCA haverá dois Cláudios: um mentiroso que discursa na comunidade de uma forma dramática e nos centros universitários de forma diversa, promovendo falsas teorias progressistas paliativas que no fundo fazem o povo sofrer;

NUNCA haverá dois ‘Cláudios’: um político e outro pai e chefe de família;

NUNCA haverá dois Cláudios: um que respeita a diversidade sexual e a religiosa e por trás se posiciona de acordo com os interesses eleitorais;

NUNCA haverá dois Cláudios: um que elogia prefeito e por trás detona suas ações;

Levante a mão quem conhece um político no âmbito municipal que se expõe tanto. Será que há em meu coração receio de perder algo? Voto? Simpatia? Aplausos? Claro que não, pois o que apedreja hoje é o mesmo que acaricia amanhã. Sendo assim, eu é que não posso mudar, eles SIM, mudam, minuto a minuto;

NUNCA haverá dois ‘Cláudios’, pois a minha linha política não tem padrinho e sim um grupo de eleitores que começam aos poucos a entender, que entre as VAIAS e os APLAUSOS haverá Cláudio Andrade, um político sem medo de enfrentamento e desprovido de COVARDIA.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Prefeitura volta atrás e refeição dos funcionários do HFM e HGG é fornecida novamente


A Prefeitura de Campos voltou a fornecer refeições para os funcionários do Hospital Ferreira Machado (HFM) e do Hospital Geral de Guarus (HGG) desde o último sábado (22). A informação foi confirmada por meio de nota oficial da Superintendência de Comunicação Social (leia abaixo).

As refeições foram suspensas — tanto para os funcionários do HFM quanto do HGG — no dia 12 de julho. Na ocasião, a prefeitura informou que motivo da medida era “a falta de abastecimento” e o objetivo do corte era “assegurar a assistência nutricional aos pacientes e acompanhantes”. À época, a Secretaria de Gestão Pública acrescentou que “os servidores que ganham até R$ 3.409,37 recebem o Auxílio Alimentação da prefeitura no valor de R$ 200, que contribuem para a alimentação do funcionalismo”.

Segue a nota sobre o retorno das refeições aos funcionários da Fundação Municipal de Saúde (FMS):

“A secretaria municipal de Saúde informa que os servidores do Hospital Ferreira Machado (HFM) voltaram a receber alimentação neste sábado (22), após corte do beneficio ter sido tomado nesta semana diante da grave crise financeira enfrentada pelo município.

O retorno da alimentação dos funcionários do Hospital Ferreira Machado se deve a uma negociação entre a Prefeitura e a empresa responsável pelo fornecimento dos produtos, o que possibilitou a regularização da situação“.

Terceira Via.

Filas na saúde ou caô de funcionário?



No Brasil inteiro são recorrentes as inúmeras filas que se espalham na frente dos hospitais públicos. Milhares de pessoas amontoadas que lutam para agendar um médico, exame ou mesmo concretizar um tratamento, contornam quarteirões.

A defesa natural do Poder Público, via secretarias de Saúde, é de que não há estrutura para atender a demanda. E que o prefeito está lutando por alternativas que minimizem a situação.

Todavia, sabemos que há pessoas aguardando exames de mamografia e a realização de fisioterapias. Outros aguardam leitos para serem internados ou remédios fornecidos, gratuitamente, que nunca chegam.

A resposta sempre protocolar dos secretários de Saúde são meias verdades. Por trás disso tudo existe um problema crônico tão grave quanto os acima citados, mas que é pouco ou quase nunca discutido: a má vontade de centenas de agentes públicos no trato e no atendimento aos contribuintes que precisam da rede pública de Saúde.

Muitos funcionários, sejam eles concursados ou não, reconhecem o poder público como um local indesejável. Quando chegam ao trabalho não possuem qualquer espírito público e descontam nos munícipes a sua revolta quanto ao salário baixo, ou não recebido, os problemas familiares e a má vontade de ter que servir ao próximo.

Isso mesmo! Existem pessoas que detestam resolver os problemas alheios mesmo sendo essa a sua obrigação quando aprovada em concurso público.

O dia de sexta feira é caótico. Parece que, após o meio dia, alguns funcionários, estatutários ou não, são acometidos de alguma síncope e desaparecem de seus respectivos setores como se uma emergência ou um agendamento de última hora fosse inadmissível.

Esses agentes públicos são acomodados, pois absorveram por completo a visão de que ‘setor público’ é algo feito para não ser resolutivo, não ofertar nada de qualidade e ser emperrado. Nesse caso, ele só presta algo minimamente decente se houver o famoso ‘quem indica’ ou se a propina ‘comer solta’.

Na ponta, desguarnecidos, desesperados e morrendo, se encontram aqueles que precisam que os agentes públicos, que recebem dos seus respectivos poderes, via dinheiro do contribuinte, ofereçam um serviço de qualidade para não ‘desaparecerem do mapa’.

Nesse momento tem gente em casa atrofiada, sem remédio, em cima de uma cama, cheia de escara por não ter recebido atendimento de qualidade. Tudo isso por falta de estrutura e também da má vontade de uma leva de funcionários públicos que odeiam trabalhar e que destroem a imagem do governo pelo qual são subordinados.

Outro grave problema é o ódio que os funcionários possuem de não desejar cumprir horário. Diversas categorias profissionais simplesmente se recusam a ficar nos seus setores de trabalho o tempo que a lei exige.

Esses agentes tratam as repartições onde estão lotados como sucursais de suas casas. Como se no âmbito público pudessem fazer as coisas erradas que devem, por força do hábito, realizar em seus lares.

Esse tema não se esgota aqui, mas uma pergunta precisa ficar: o caos na Saúde se deve somente a alardeada falta de estrutura ou há muito funcionário que simplesmente vê a banda passar?

Cláudio Andrade.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Paulo Feijó consegue R$ 5 milhões para o HGG


O Hospital Geral de Guarus (HGG) irá receber uma verba federal no valor de cerca de R$ 5 milhões para reformas e aquisição de equipamentos. O repasse foi possível por meio do deputado federal Paulo Feijó, que já esteve reunido diversas vezes com o prefeito Rafael Diniz justamente para tratar demandas relacionadas à Saúde de Campos.

— Sabemos que nossa cidade atravessa uma crise financeira, a pior da sua história, e são esforços assim que fazem a diferença na reconstrução de Campos. É importante neste momento unirmos forças e por isso agradeço ao deputado Paulo Feijó por esta conquista. Sempre prego a busca por parcerias para solucionar os problemas e este é mais um exemplo de trabalho em conjunto — comemorou o prefeito Rafael Diniz.

O HGG é referência em atendimento de emergência em consultas e exames especializados e atende milhares de pessoas todos os meses. Segundo a superintendente do hospital, Raquel Arlinda, a verba não poderia chegar em melhor momento.

— Desde o início do ano temos feito grandes esforços para avançar nos atendimentos no HGG, mas a crise financeira nos impede de fazer. Esta verba chega em um momento crucial, já que nós, direção, funcionários e governo recuperamos a esperança de, em um espaço de tempo menor, podermos oferecer mais qualidade no atendimento à população campista, pois a reforma trará mais conforto ao usuário e ao funcionário. Além disso, a compra de equipamentos aumentará a capacidade de atendimento. De fato, é uma luz no fim do túnel — comemora Raquel Arlinda, lembrando que toda a equipe do hospital ficou satisfeita com a notícia.

No hospital para realizar o exame de retinografia, a aposentada Fátima Pereira Castro afirma que o HGG precisa de melhorias. “Tem muita coisa para fazer no hospital e sabemos que não tem dinheiro, mas se essa verba chegar mesmo, vai melhorar e muito. A população precisa de conforto na hora de ser atendida”, comenta Fátima.

Autor da emenda, o deputado Paulo Feijó destacou a importância do recurso e prometeu seguir a parceria com o prefeito de Campos no que for preciso para ajudar o município.

— Isso (a emenda) foi um pedido do prefeito Rafael Diniz e os recursos chegam em um momento difícil, já que o município enfrenta dificuldade e o Estado mais ainda. É um montante significativo que vai ajudar a melhorar a saúde em Campos e eu, enquanto deputado, seguirei fazendo o que for possível para ajudar a nossa cidade — destacou Paulo Feijó.

SECOM da Prefeitura de Campos

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Cláudio Andrade visita o PU de Guarus e oferece parceria




Cumprindo com uma das minhas obrigações enquanto vereador, a de fiscalizar as ações do Poder Executivo, estive na noite de hoje, no PU de Guarus, que realiza diariamente cerca de 700 atendimentos à população.

Com uma estrutura razoável, diversos tipos de atendimentos são ofertados. Mais de 80% do quadro de funcionários é composto por concursados e pude constatar que apesar de estar cheio, todos estavam recebendo o atendimento necessário. 

A minha visita não foi comunicada. Fui muito bem recebido pelos funcionários e pelo encarregado, o Cristiano. Uma realidade hoje na unidade é a quantidade limitada de materiais de limpeza e sacos de lixo. Muitas salas também precisam de reforma.

A umidade tomou conta e as paredes foram tomadas por mofo e bolor. Vou través do gabinete e junto da minha equipe, buscar algumas alternativas para tentar ajudar a equipe do PU de Guarus.

Fotos: Carlos Grevi

#vereadordetodos #vereadordeverdade #lupanacoisapublica
#claudioandradenacamara #mandatodopovo
#mandatoquevocepaga

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Cláudio Andrade cobra da Autopista informações sobre valores recebidos em pedágios



O advogado e vereador Cláudio Andrade vai requerer à Autopista Fluminense, mediante pedido de Acesso à Informação, nas próximas horas que seja fornecido todos os valores recebidos pela empresa concessionária, do mês de Janeiro de 2017 até a presente data, no trecho compreendido entre o município de Niterói e a divisa do Espírito Santo. 

Será pedido ainda que sejam informadas todas as obras realizadas neste período, sendo disponibilizada toda a documentação referente às mesmas.

Solicitará, ainda, que sejam esclarecidos os motivos que levaram as obras da BR 101 ocorrerem fora da normalidade e as medidas adotadas para que as mesmas sejam regularizadas.

Caso Caixa: Rosinha entra com ação para tentar calar Cláudio Andrade


Rosinha Garotinho (PR) ingressou com uma ação de dano moral contra o vereador Cláudio Andrade (PSDC). 

A ex-prefeita de Campos pede a “retirada imediata” da matéria “Rosinha praticou estelionato político no caso Caixa” do blog mantido pelo vereador e de perfis das redes sociais. 

Rosinha é ré em uma ação popular movida por Andrade que questiona os termos do contrato firmado entre sua gestão e a Caixa Econômica Federal (CEF) em operação de antecipação de receitas de royalties do petróleo.

A ação tramita na 5ª Vara Cível e será julgada pelo juiz Cláudio França. Segundo a ex-prefeita, o vereador “se vale de sua imunidade parlamentar” para praticar calúnia, injúria e difamação. 

Na demanda, Rosinha afirma que “a crítica ganhou repercussão viral, como é bem característico das redes sociais”, causando dano à sua reputação e sua à honra “imaculada ao longo de uma vida inteira”.

“Foi com espanto que tomei ciência, pelo jornal Terceira Via, da ação movida pela ex-prefeita, tentando me calar diante de um assunto tão importante para o município, em que ela mesma é ré em ação popular proposta por mim. Ao ler a petição, fiquei impressionado em saber que a única preocupação de Rosinha é que a minha imagem seja arranhada por estar defendendo o município e tentando sanar a sangria deixada por ela em um contrato no mínimo suspeito junto à Caixa Econômica Federal”, diz Andrade.

O vereador ainda não foi citado e tomou conhecimento da ação pela imprensa. Ele afirma que apresentará sua defesa dentro do prazo legal.

Terceira Via
Título alterado pelo blog

Ação popular contra a Caixa deverá ter parecer do MP nas próximas horas.


A Ação Popular proposta pelo vereador Cláudio Andrade, líder do PSDC e presidente da CCJ, que se encontra tramitando da Segunda Vara Federal de Campos dos Goytacazes deverá ter movimentação ainda nesta semana.

Na ação, o advogado, que é relator da ‘CPI das Rosas’, solicitou à justiça federal dois pedidos de liminar, sendo um deles visando suspender os pagamentos do município de Campos à Caixa Econômica Federal na chamada “venda do futuro” e o segundo, alternativo, que a Caixa se abstenha de cobrar os valores mensais referentes ao contrato de Cessão de Créditos referentes a Royalties e Participações Especiais pela Exploração de Petróleo e Gás natural de nº 0180.01.5543.82.

Segundo Andrade e os advogados que o auxiliam na demanda, as liminares deverão ser analisadas após parecer do Ministério Público Federal.

Para lembrar, são réus na Ação Popular a ex-prefeita de Campos Rosinha Garotinho, a CEF dentre outros, que terão vinte dias para contestar a partir da citação, mas isso não impede que as liminares sejam apreciadas ao longo das próximas horas.